

QUANDO EU ESTIVER MORTA MOTE Quando eu estiver morta, não digas nada. O silêncio dirá tudo que estiver em teu peito. Lorena de Souza Fontoura (Porto Alegre - RS)
GLOSA Quando eu estiver morta, não relembras de nossa adolescência Nossa vida mudou, ganhou outro rumo. Mesmo triste, levantei e me aprumei.
Em outro coração, busquei aconchego Não digas nada! Eu jamais viveria dilacerada. Num nascer das estrelas, conheci meu amor.
Em ocasiões não muito agradáveis, fui forte tal qual uma fortaleza. O silêncio dirá tudo! Não lamentes as perdas no teu andar.
Permita-te devanear no tempo e vaguear, tendo na embarcação, como companhia, a solidão que me desejaste, que estiver em teu peito. Ilda Maria Costa Brasil
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 11/09/2026
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