

LASSIDÃO
No cansaço da tarde e no sumiço do sol, um reboliço do vento com força, sacode o lençol.
Na fadiga da tarde, a lealdade do tempo, Uma saudade invade. O meu peito dorido.
O tédio desta tarde, as horas monótonas, o céu está cinzento com cara de tempestade.
À tarde preguiçosa e sem cor; os meus versos, sem nexo. O jardim sem flor... uma monotonia e o silêncio.
No ar morno, a tarde morre. Tudo de novo, a noite chega. Na alma uma oração... No peito bate um coração. Editt Schimanoski de Jesus – Membro da Academia de Artes e Ciências e Letras Castro Alves – Porto Alegre/RS.
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 11/09/2026
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