

À CASA MATERNA
Não vi o tempo passar, tudo era alegria. A grandeza do afeto de um amigo trouxe ao meu coração muita euforia como filho que retorna ao ninho antigo.
Oh! Pensamentos estão a fervilhar depois de longo e gélido inverno. Sorri ao ouvir pássaros a cantarolar e, ao ver chegando um familiar materno.
Por tudo aflorar beleza e primores, resgatei fatos infantis que me são eternos e curti a brisa noturna entre as flores.
À tarde, reunimos num caramanchão, onde brincávamos sem nenhum perigo. Cresci cercada de muito amor neste chão. Ilda Maria Costa Brasil
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 30/03/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|