

A TEMPESTADE E A CALMARIA
Naquela chuva que se aproximava o céu me lembrou de teus olhos cinza azulados. A água que caia com força lembrou-me de como posso derramar-me.
As estrelas, depois da tormenta, lembraram-me de teu olhar brilhante e de como é intensa a minha vontade de estar contigo.
O vento trouxe a memória de como é apaixonar-se A brisa agradável, depois do calor e da chuva, o desejo de viver o amor.
Passada a tempestade só quero deitar-me em teu peito e ouvir o teu coração.
Nara Regina da Silva Armani - Membro Efetivo da Academia de Artes e Ciências e Letras Castro Alves - Porto Alegre/RS.
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 30/03/2026
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