

ENTRE BRAÇADAS E PENSAMENTOS
Nem sempre quem a gente escolhe escolhe a gente. Doeu… não vou mentir.
Mas hoje, eu entrei na água e deixei tudo ali. Cada braçada levou um pedaço do que eu estava sentindo. A piscina ficou em silêncio e minha cabeça também.
Tem coisas que a gente não controla: o que os outros pensam, o que os outros escolhem, o que os outros sentem, o que os outros enxergam.
Mas eu controlo o que: Eu escrevo Eu treino. Eu respiro. Eu sigo.
Porque no fim das contas quem não conseguiu me ver de verdade… simplesmente não era pra ficar.
E eu? Eu sigo em frente... o não, às vezes é livramento de Deus na sua vida. Rafael de Andrade Branco - Membro Correspondente da Academia de Letras Machado de Assis - Porto Alegre/RS.
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 30/03/2026
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