

FLOR DEPOIS DO CAOS
Há dores que não gritam, escorrem — como café frio numa manhã sem pressa, como chuva no vidro que ninguém mais olha. Não há drama nos dias em que me quebro. só silêncio. e um cuidado miúdo de me varrer por dentro, como quem tenta não acordar os fantasmas. Não é cura ainda. é só o começo do esquecimento de tudo o que feriu. Mas já é alguma paz. Dyuvania Mara Santos do Nascimento - Membro Correspondente da Academia Machado de Assis - Porto Alegre/RS.
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 17/02/2026
Alterado em 22/02/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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