

PUPILAS DO TEMPO
Relíquias do meu pensar Lisonjeiam o meu viver Subtraem os meus sentidos Trazem à tona As garatujas do tempo Precisão que o meu estar Divide ou multiplica Aquarelas expostas Nas telas do amanhecer Um mar de luzes que brinca Com esses momentos lúdicos Explodem e se retraem nessas horas Em que as pupilas do tempo Sopram melodias em consonância Com o meu cantar. Nety Maria Heleres Carrion – Membro Efetivo da Academia de Artes e Ciências e Letras Castro Alves – Porto Alegre/RS.
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 02/11/2025
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