

AO CAIR DA TARDE
À tarde fagueira vai embora; o horizonte em festa nesta hora; um céu dourado, de ouro pintado; os acordes da natureza, eu ouço.
A nascente chora borbulhante; lindas borboletas beijam as flores que estremecem com o toque; parecem falar dos seus jeitos.
Os pássaros em revoadas se vão; a brisa perfumada passa e repassa; os acordes da alma em desalinho vão se acalmando, quase dormindo.
Quanta beleza eu vejo agora Não tem preço eu reconheço Quem fez tamanha perfeição Entende da nossa alma e do coração.
A calmaria deste momento único, que amanhã será o passado... Sei que, hoje, é o meu presente! Estou contente! Instante sagrado!
A minha tarde é emoldurada de versos. A poesia chega animada, travessa, peralta, estrambelhada e sorridente. O encantamento e magia deste poema. Editt Schimanoski de Jesus – Membro Efetivo da Academia de Artes e Ciências e Letras Castro Alves – Porto Alegre/RS.
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 31/10/2025
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