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BRINQUEDOS DE OUTRORA
Descobri como era a infância dos avós da gente, Entre xícaras de chá e biscoitos Escutava a conversa que remetia ao passado De brincadeiras muito diferentes das de hoje, Com pitadas de imaginação, magia e encantos.
As bonecas antigas Feitas de palhas e retalhos. Trouxinhas de Cinco Marias Recheadas de arroz e areia Que se jogava até cansar. O suficiente para uma roda de amigos.
A conhecida pandorga ou pipa de pano Com varetas de guarda chuvas, Em dia de vento a rodopiar pelo céu. Dos índios, a peteca bem enfeitada com penas, plumas e papel colorido. O sol convidava para uma divertida Sapata ou amarelinha, Pezinho no chão, pedrinha na mão A jogar nas casinhas Em forma de cruz ou caracol encantado.
Pega-pega, cabra cega, Cavalinho de pau e catavento Em infinitas tardes bonitas. As cantigas de roda A embalar crianças Em cirandas de mãos dadas.
Hoje, não mais... As crianças de agora Não criam brinquedos, Tudo está pronto nas palmas das mãos. Jogos eletrônicos, computador e celular. E os velhos e divertidos brinquedos Não mais tão conhecidos, Vivem abandonados em museus E na memória dos nossos avós.
Por isso, resgatamos o passado Com esperança e lindo sonhar. Os lúdicos brinquedos herdados, Ficarão guardados na memória Para no girar do tempo se eternizar. Então seremos história brincando Na manhã florida com luz no olhar. Dara Montagna Netto – 14 anos
Enviado por Ilda Maria Costa Brasil em 30/07/2025
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